5 cursos gratuitos para você se preparar para o Saeb 2023

11/10/23

Questionários direcionados a professores das disciplinas que fazem parte dos testes serão aplicados na edição de 2023, que será crucial para entender situação da educação no pós-pandemia

Uma das avaliações mais importantes para medir a Educação Básica terá início no próximo dia 23 de outubro: a prova do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), que se estende até o dia 10 de novembro de 2023. Realizada a cada dois anos, nesta edição a aplicação adquire uma nova e ainda maior importância: diagnosticar a educação brasileira no pós-pandemia.

Elaboradas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), as provas de Língua Portuguesa e Matemática serão direcionadas aos estudantes dos 2º, 5º e 9º anos do Ensino Fundamental e do 3º ano do Ensino Médio de escolas públicas e privadas. 

Já as avaliações de Ciências Humanas e Ciências da Natureza serão aplicadas em amostragens para estudantes do 5º e 9º anos. Por fim, escolas de Educação Infantil públicas, privadas e conveniadas serão selecionadas para responder a questionários sobre a qualidade da educação.

Os resultados preliminares devem estar disponíveis até o final de maio de 2024 e os resultados finais até setembro do mesmo ano. Ambos serão divulgados oficialmente pelo Saeb.

Educador, entenda a importância de medir resultados e como interpretá-los, além de descobrir quais são os principais desafios, caminhos e possibilidades para provocar uma mudança na educação a partir de cada sala de aula.

Por que o Saeb é importante? 
 

No Brasil, o Saeb é a principal ferramenta de diagnóstico da qualidade da Educação Infantil até o Ensino Médio, uma vez que a avaliação é aplicada em larga escala por instituições de ensino de todo o país. Além da prova, os resultados são contextualizados com a aplicação de questionários direcionados a secretários municipais de Educação, diretores de escolas e professores das disciplinas que fazem parte dos testes.


Sua importância vai além do contexto escolar, já que os resultados obtidos compõem a nota do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) junto com dados de outros indicadores: o de fluxo escolar (aprovação, reprovação e abandono) do Censo Escolar. Esses recursos colaboram para a percepção externa sobre educação no país e servem argumentos para a criação de políticas públicas.


Leia mais: A importância de mensurar a qualidade do ensino brasileiro por meio da avaliação

Uma avaliação contínua

A avaliação deste ano vem com o objetivo crucial de ser comparada às edições anteriores, realizadas em 2019 e 2021 e, assim, fechar um ciclo de avaliação da Educação Básica antes, durante e depois da pandemia. Por esse motivo, algumas matrizes de avaliação permaneceram as mesmas. 

Em julho, uma live realizada pelo Inep divulgou oficialmente a cartilha com todas as diretrizes do Saeb 2023. Atualmente, porém, o Instituto tem a missão de realizar a transição entre as atuais matrizes, utilizadas desde 2001, e novas, elaboradas em conformidade com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Por enquanto, as provas de Língua Portuguesa e Matemática seguem com as matrizes anteriores.

 

Resultados da última edição
 

Na avaliação realizada em 2021, em meio ao período de isolamento e aulas remotas, o desempenho dos estudantes em disciplinas básicas regrediu e chegou a ficar mais baixo do que a avaliação de 2019. No 5º ano do Ensino Fundamental, a nota foi de 227,88 (2019) para 216,85 (2021), chegando ao nível do resultado obtido em 2013 – ou seja, uma regressão de oito anos. No 9º ano do Ensino Fundamental, a queda foi menor: de 265,16 pontos (2019) para 258,64 (2021), assim como no 3º ano do Ensino Médio: de 278,53 (2019) para 271 (2021). 

 

Os resultados objetivos mostraram que as adaptações decorrentes da pandemia  prejudicaram o aprendizado, ao aumentarem a desigualdade de acesso à educação e a evasão escolar de grupos mais vulneráveis.

 

Leia mais: Professora inova no ensino da Matemática com o uso de mapas mentais

 

Prepare-se para a prova e para transformar essa realidade

A melhora do cenário educacional faz parte de um esforço conjunto entre representantes governamentais, comunidade e educadores. Sendo que esses últimos têm papel de destaque, pois e necessidades. Nesse sentido, é preciso formar redes de apoio e apostar no desenvolvimento contínuo para superar os desafios do dia a dia da educação.

 

Você, educador, tem à mão uma ferramenta gratuita e on-line que te apoia no processo de formação continuada: a plataforma Escolas Conectadas, que oferece uma diversidade de cursos que abrangem diferentes aspectos da educação e podem ser adequados à sua rotina. 

 

Confira algumas formações focadas nas principais abordagens da avaliação do Saeb:

 

1- Aprendizagens prioritárias para alfabetização e letramento matemático

Antes de pensar no desenvolvimento dos estudantes, é preciso garantir e apoiá-los nas aprendizagens básicas e, assim, garantir uma boa base para sua evolução. Neste curso, os professores dos anos iniciais do Ensino Fundamental entrarão em contato com princípios e estratégias importantes para promover essa priorização, levando em conta os parâmetros definidos pela Base Nacional Comum Curricular.

2- Avaliação de aprendizagem para os anos iniciais do Ensino Fundamental: função e ferramentas

Como garantir uma correta avaliação dos estudantes e ir além da simples aplicação de provas, diversificando as metodologias? Neste curso, você, educador(a), receberá insumos para aplicar diferentes metodologias para entender e adaptar-se ao desempenho individual de cada aluno, entendendo as principais demandas e fechando lacunas de aprendizagem nos anos iniciais do Ensino Fundamental.

3- Avaliação para os anos finais do Ensino Fundamental: estratégias para recompor e desenvolver aprendizagens

Nos anos finais do Ensino Fundamental a forma de avaliar também é um fator mais do que relevante para garantir o aprendizado necessário à transição entre as séries escolares, especialmente ao Ensino Médio. Além de explorar novos recursos para avaliação, nesta formação você entenderá a importância do diagnóstico baseado nos conhecimentos prévios dos alunos.

4- Defasagem de aprendizagem nos anos iniciais do Ensino Fundamental: (re)planejar para avançar

A educação pública brasileira tem um grave e histórico problema de defasagem de aprendizagem, cenário que só se agravou com a adaptação ao período remoto. Por isso, é importante dar um passo atrás para analisar o cenário e então lançar mão de ações efetivas para recuperar os danos e permitir que alunos avancem. Além de diferenciar a defasagem de dificuldades e heterogeneidade em sala de aula, este curso permite que o professor dê suporte para turmas e cada estudante em suas individualidades.

5- Defasagem de aprendizagem nos anos finais do Ensino Fundamental: (re)planejar para avançar

Como suprir todos os déficits deixados pelo período pandêmico na educação? A resposta talvez esteja no esforço em busca da diminuição da defasagem escolar. O curso da plataforma Escolas Conectadas oferece subsídios efetivos para o desenvolvimento de um plano pedagógico focado nas principais necessidades desse momento da educação. A partir de reflexões e atividades mão na massa, você conseguirá organizar e pôr em prática suas intencionalidades pedagógicas.

 

Conheça as formações, inscreva-se e comece o quanto antes!

Comentários:


Escreva um comentário

Conteúdos Recentes

O que faz um(a) professor(a) nas férias?

Dicas para aproveitar o período de descanso para cuidar de si e, aos poucos, retomar a rotina pedagógicaO período de férias é sempre um convite à reconexão. Depois de um ano intenso, marcado por demandas, projetos, imprevistos – e também muitas conquistas –, enfim chega o momento de desacelerar. Para quem vive a rotina escolar, essa pausa não é luxo, mas sim parte fundamental do trabalho. Cuidar do corpo, da mente e do descanso é o primeiro passo para iniciar bem o próximo ciclo letivo.As férias oferecem esse espaço. É tempo de dormir sem despertador, de recuperar a energia, de estar com quem faz bem, de colocar o corpo em movimento e de criar pequenos rituais que ajudam a reorganizar o cotidiano. São pequenas escolhas que reforçam o autocuidado e reduzem o estresse acumulado ao longo do ano.Como aproveitar as férias priorizando o bem-estar:Crie momentos de descanso real, sem culpa;Invista em atividades que renovam a energia: caminhadas, hobbies, eventos culturais;Busque apoio emocional quando necessário e fortaleça redes de convivência;Desconecte do ritmo acelerado da escola e reconecte-se ao próprio tempo.Mas também existe um outro movimento, tão natural quanto o descanso: aquele momento em que, já em meados de janeiro, a mente começa a se abrir novamente para a escola. Não é sobre transformar as férias em trabalho, e sim permitir que a rotina pedagógica volte devagar, com leveza. Uma leitura despretensiosa, uma anotação de ideia para um projeto futuro, a revisão de um conteúdo ou até a participação em uma formação gratuita e on-line podem ajudar a fazer essa transição de forma tranquila.Como retomar aos poucos a rotina pedagógica:Explore leituras leves sobre temas que inspiram o planejamento pedagógico;Revisite anotações e ideias acumuladas durante o ano;Realize formações curtas e flexíveis, que não pressionem o ritmo das férias;Mapeie objetivos pessoais para o ano letivo de 2026. Teste As férias podem ser esse intervalo que recarrega, reorganiza e abre espaço para um início de ano mais equilibrado. Ao cuidar de si e acolher o próprio tempo, é possível chegar a 2026 com mais disposição, presença e clareza para enfrentar novos desafios dentro e fora da sala de aula.

0

Histórias inspiradoras de educadores que marcaram o Escol...

Relatos mostram como processos formativos ganham força quando conectados aos desafios da sala de aula.Ao longo de 2025, a plataforma Escolas Conectadas reuniu relatos de educadores que, após realizarem cursos gratuitos, decidiram ressignificar suas práticas, experimentar o novo e envolver estudantes em projetos que dialogam com a vida real. Essas histórias de todo o Brasil demonstram como processos formativos ganham força quando conectados aos desafios concretos das escolas.A seguir, trazemos um panorama inspirador dos relatos publicados durante o ano, organizados pelos temas que estiveram presentes nas salas de aula pelo país. Confira!Inovação e tecnologia para aprender com sentido1. Animação para conscientizar sobre o HPVElaine Soares (RJ) transformou o aprendizado sobre saúde pública em criação artística: estudantes produziram animações para compreender o que são doenças sexualmente transmissíveis, como preveni-las e por que a vacinação importa. O processo criativo ajudou a dar voz aos jovens, aproximando ciência, linguagem digital e cuidado com o próprio corpo.2. Inteligência Artificial a serviço da fluência leitoraEm um projeto que une tradição e futuro, as educadores Roberta Taffarello e Iolanda França (SP) integraram ferramentas de IA às práticas de leitura diária. O recurso ajudou a acompanhar o ritmo de cada estudante, oferecer devolutivas personalizadas e fortalecer o gosto pela leitura. Uma experiência que mostra como a tecnologia, quando usada com intencionalidade pedagógica, amplia possibilidades.3. Robótica e programação para desenvolver protagonismoOutro destaque do ano veio de uma escola de João Monlevade (MG), que incorporou robótica e programação ao currículo, estimulando raciocínio lógico, criatividade e resolução de problemas. A prática, promovida pelo professor Hailisson Ferreira, aproximou os estudantes dos desafios contemporâneos e ampliou o letramento digital, sempre com atividades mão na massa e colaboração.Inclusão, diversidade e cidadania na prática escolar4. Educação inclusiva com apoio das tecnologias digitaisAs professoras Rosa Helena da Silva (SP) e Andrea Leinat (MT) reorganizaram atividades e recursos digitais para garantir a participação de estudantes com diferentes necessidades. As histórias mostraram que pequenas adaptações podem gerar pertencimento e autonomia, desde o uso de vídeos acessíveis até a oferta de tarefas multimodais.5. Formação para a cidadania digitalO relato de Glaucia Gonzaga (AL) trouxe reflexões sobre responsabilidade on-line, ética, segurança e convivência virtual. Após uma formação, a educadora conseguiu criar momentos de diálogo sobre redes sociais, exposição, combate à desinformação e respeito nas interações digitais. Assim, os estudantes passaram a enxergar o ambiente virtual como extensão da vida em sociedade.6. Práticas antirracistas em sala de aulaAo longo de 2025, três professores baianos trouxeram experiências de educação antirracista aplicadas em sala de aula: Gilvaneide Carvalho, que organizou um desfile de penteados afro; Marenice Costa, que propôs à turma uma reflexão sobre o local onde vivem a partir de fotografias tiradas de seus celulares; e Rosendo Lima, que criou um atelier artístico para fortalecer a identidade negra.As práticas envolveram estudo de identidade, releitura da história afro-brasileira, valorização de autores negros e criação de espaços seguros de diálogo, experiências que reforçam o papel da escola na promoção da equidade racial.Aprendizagens que conectam escola, território e expressão artística7. Matemática que nasce do cotidianoO professor Marcelo Moraes (MT) apresentou um case de ensino de matemática que partia da realidade dos estudantes, reunindo problemas inspirados no bairro, coleta de dados da comunidade e práticas investigativas. Uma abordagem que ajudou a reduzir bloqueios, fortalecer a autonomia e tornar os números mais significativos.8. Educação ambiental por meio da programaçãoUma atividade que integrou meio ambiente e computação, realizada pela pedagoga Fabiana Coronel e disponível para todos os educadores do Brasil, mostrou como a programação pode ser um caminho para discutir sustentabilidade. Os estudantes criaram pequenos projetos digitais para representar problemas ambientais e propor soluções, unindo criatividade e consciência ecológica.9. Versos do Nosso ChãoEncerrando o ano, o blog apresentou o projeto Versos do Nosso Chão, em que a poesia, identidade e território se encontram. Estudantes escreveram e performaram textos que nasciam de suas próprias vivências. Assim, aquilo que começou como expressão individual floresceu em pertencimento e memória coletiva.O que 2025 mostrou sobre o poder do professorOs cases publicados ao longo do ano reforçam uma certeza: na educação, a transformação nasce da coragem de experimentar, escutar e criar junto com os estudantes. Cada história apresentada aponta caminhos possíveis, replicáveis, adaptáveis, reais e mostra que, quando educadores se apropriam desses temas com intencionalidade pedagógica, a aprendizagem ganha vida.

0

Assista à Retrospectiva Escolas Conectadas 2025

Alerta de spoiler: você levou o prêmio principal!Em 2025, os educadores brilharam como verdadeiros protagonistas do cinema. Ao longo do ano, a plataforma Escolas Conectadas apoiou histórias dignas de vencer um Oscar. Por isso, nos inspiramos nas premiações do cinema para reviver os melhores momentos dessa superprodução da educação. Afinal, no palco das escolas, quem brilhou de verdade foram os educadores que nos acompanharam ao longo de mais um ano! Um elenco que inspira, ensina e muda histórias todos os dias.Confira a seguir uma prévia da Retrospectiva Escolas Conectadas 2025, e clique no botão abaixo para assistir na íntegra. Alerta de spoiler: você levou o prêmio principal!😉

0

Projeto utiliza poesia para incrementar relação da escola...

A iniciativa ‘Versos do nosso chão’ ganhou asas após professor realizar o curso gratuito Metodologias ativas: aprendizes protagonistasEm uma escola localizada no assentamento Caxirimbu, na cidade de Caxias, interior do Maranhão, a poesia encontrou um caminho diferente para nascer. Em vez de vir apenas dos livros, ela passou a brotar das memórias e da vida dos próprios estudantes.Assim surgiu a iniciativa “Versos do Nosso Chão”, criada pelo professor de Língua Portuguesa Luís Lima, que acredita que a literatura pode ser um espaço de reinvenção do mundo e de afirmação da identidade. “O projeto foi concebido para valorizar a poesia como forma de expressão cultural e dar voz aos alunos e à comunidade local, resgatando memórias, tradições e experiências do campo”, afirma o educador.Mediação e autoriaO impulso inicial veio de uma preocupação concreta. Após a pandemia, Luís percebeu que “a questão da leitura se complicou mais ainda na minha escola”. Era preciso criar novas pontes entre os estudantes e o ato de ler. Assim, antes de despejarem versos no papel, os jovens mergulharam em obras de autores ligados ao território e à cultura popular, como Cora Coralina e Patativa do Assaré. Depois, saíram para a comunidade: entrevistaram moradores, conversaram com artistas locais, visitaram diferentes expressões culturais e religiosas. Tudo isso para que, ao escrever, pudessem refletir criticamente sobre sua própria realidade. “Vamos romper com a prática de pegar uma leitura já consagrada e praticamente a recriar; vamos ler essas obras para embasar as nossas poesias”, explica o professor.E funcionou. A sala de aula se abriu para novas vozes – inclusive de estudantes mais tímidos. “Quando eu falava para eles, sempre destacava: nós vamos fazer poesias autorais. Eu vou somente mediar. O conhecimento é para vocês, que serão os protagonistas totais.” Para além da escolaAssim, em oficinas criativas, cada aluno criou seus próprios versos, combinando memórias, histórias da comunidade, reflexões sociais e um forte senso de pertencimento. O resultado tomou forma em sarau, mural poético, apresentações dramatizadas e um livreto autoral que encantou todos que o folhearam.O impacto atravessou os muros da escola. Famílias receberam visitas e puderam acompanhar de perto o processo criativo dos filhos. Muitos elogiaram a iniciativa: “Ainda não tinha existido essa proximidade de professores visitando os pais de alunos”, conta Luis. A comunidade percebeu o valor do projeto, e os próprios jovens se reconheceram enquanto criadores.Capa do livreto Versos do Nosso ChãoPara Luís, a iniciativa também foi marcante: “Esse projeto me trouxe a certeza de que eu estou fazendo o que gosto. Fiquei maravilhado, não só pelo reconhecimento da comunidade, mas pelo reconhecimento do próprio aluno.”Da formação à práticaO educador destaca que o projeto ganhou forma e aprofundamento após sua participação no curso gratuito “Metodologias ativas: aprendizes protagonistas”, da plataforma Escolas Conectadas. “A formação foi essencial para a criação da prática, orientada pelo protagonismo dos aprendizes”, afirma.Segundo ele, o curso ampliou sua compreensão sobre inovação pedagógica – especialmente aquela que não depende apenas de tecnologia, mas de escuta, mediação e construção coletiva. “Inovação não é só trabalhar com tecnologia: é dar voz aos estudantes.”A formação lhe deu ferramentas para identificar dificuldades, orientar processos, fortalecer a autonomia dos estudantes e transformar a sala de aula em um espaço vivo de experimentação literária. “O curso ampliou esse campo de experiência, trouxe apoio para nortear mais o aluno e fazer ele reconhecer que é o verdadeiro protagonista do próprio aprendizado.”

0